Certa feita, discutia com um professor sobre as "self-fullfilling prophecies". é mais ou menos o seguinte:
Você acorda no meio da noite e repara em um pequeno e inicial incêndio dentro de sua casa. Após longa reflexão você conclui com grande perspicáciae profetisa: "Em algumas horas, toda minha casa estará em cinzas e se eu sobreviver, estarei na merda". Aí você vira de lado e dorme ou passa noite se lamentando enquanto as chamas devoram tudo.
Crônicas e outras historinhas infames. Mal-humor, humor negro e outras coisinhas patológicas. Leia, reflita se for o caso, e não me amole.
quarta-feira, março 29, 2006
segunda-feira, março 27, 2006
Eu acho muito curioso crianças fazendo birra. Esperneiam, fazem ameaças, dizem as coisas mais estranhas, alguns chegam a se mutilar, prender a respiração para morrer... Um espetáculo para o observador casual. A primeira constatação sobre este peculiar ritual é que ele demanda uma grande quantidade de energia. Portanto ele só deve valer a pena se for vitória garantida... Pais que não cedem a birra tendem a ter crianças menos birrentas. Afinal, se você gasta joules e maios joules em seu espetáculo apoteótico e apocalipitico, apenas para se achar rolando pateticamente no chão ao olhar indiferente ou galhofeiro de outrem, você vai pensar duas vezes antes de tentar isto de novo.
Faça um favor a uma criança, não ceda a birra. É nesta hora que elas tem de aprender que ficar fazendo beicinho não resolve nada e que elas precisam arrajar meios mais eficientes de conseguirem o que querem. A humanidade agradece.
Faça um favor a uma criança, não ceda a birra. É nesta hora que elas tem de aprender que ficar fazendo beicinho não resolve nada e que elas precisam arrajar meios mais eficientes de conseguirem o que querem. A humanidade agradece.
segunda-feira, março 13, 2006
Não viaje com crianças de colo. Elas não aproveitam a viagem, você não aproveita a viagem, os circunstantes inocentes não aproveitam a viagem. Tente passar 10 horas trancado em um "avião creche", onde você é chutado regularmente, tem seu cabelo puxado regularmente e apesar de se comportar como um verdadeiro gentleman, e é obrigado a sorrir enquanto aquelas gracinhas tentam por o pulmão para fora pela boca. Eu sei que elas não tem culpa, pois não tem compreensão das coisas. Mas os pais deveriam ter. Só me faz temer pelas gerações futuras. Dizem que o Qi esta crescendo com as gerações. Pena que não tenhamos capacidade para educa-las. Definitivamente, não somos bons exemplos.
Estou quase propondo as companhias aéreas que crianças pequenas deveriam viajar em caixas.
No kids, pets allowed. Quanto tempo eu não ouvia isto...
Estou quase propondo as companhias aéreas que crianças pequenas deveriam viajar em caixas.
No kids, pets allowed. Quanto tempo eu não ouvia isto...
sábado, março 04, 2006
O mundo está cheio de coisas estranhas, sem explicações adequadas. poderes sobrenaturais por exemplo. Aposto que tem muita gente com capacidades incomuns, inexploradas ou até por descobrir. Eu por exemplo descobri que posso fazer chover. Não chega a ser igual ao Paulo Coelho, ou algo visualmente impressionante. É apenas um ritual, cujos detalhes não revelarei, mas adianto que não envolve sapos, fogueiras ou danças ridículas.
Mas devo confessar duas coisas. A primeira é que evito exercer meu poder. Seja pelo medo de ser punido pela minha interferência nos caminhos naturais ou então de me revelar mais uma fraude... E a segunda é que já me manifestei em benefício próprio e de maneira mesquinha e infantil. Mas confesso também que me diverti...
Nunca vi uma passagem de comando tão encharcada na minha vida.
Mas devo confessar duas coisas. A primeira é que evito exercer meu poder. Seja pelo medo de ser punido pela minha interferência nos caminhos naturais ou então de me revelar mais uma fraude... E a segunda é que já me manifestei em benefício próprio e de maneira mesquinha e infantil. Mas confesso também que me diverti...
Nunca vi uma passagem de comando tão encharcada na minha vida.
sábado, fevereiro 18, 2006
Nada mais inútil que brigar por uma opinião. Afinal, delas o mundo está cheia, todos tem mais que um punhado delas e ninguém evita de distribuí-las a quem quer que seja, solicitadas ou não. Então como é que alguma coisa tão abundante pode ter valor? Vá a qualquer lugar, pergunte a qualquer um sobre qualquer coisa. Todo mundo tem uma opinião. Ou mais de uma...
Opinar não dói. Opinar não custa dinheiro. Mas opinar costuma nos expor, mostrar os verdadeiros idiotas que somos. Mas os outros idiotas não costumam reparar, afinal eles querem dar opiniões, não receber.
Ainda assim algumas pessoas valorizam as próprias opiniões acima da média. Ora, convenhamos, se elas valem tanto assim, não é muito mais prudente deixá-las guardadas em lugar seguro, junto à seu dono? Pérolas aos porcos...
Estou me referindo, obviamente, as opiniões corriqueiras. Para decisões importantes, é preciso de opiniões importantes. Há inclusive muita gente recebendo para dar opinião. E nada é tão bem remunerado. Essas sim tem grande valia, o difícil é suportar a vaidade do emissor da verdade suprema. Os verdadeiros oráculos, ou as vezes o próprio Apolo ou Atena.
Opinar não dói. Opinar não custa dinheiro. Mas opinar costuma nos expor, mostrar os verdadeiros idiotas que somos. Mas os outros idiotas não costumam reparar, afinal eles querem dar opiniões, não receber.
Ainda assim algumas pessoas valorizam as próprias opiniões acima da média. Ora, convenhamos, se elas valem tanto assim, não é muito mais prudente deixá-las guardadas em lugar seguro, junto à seu dono? Pérolas aos porcos...
Estou me referindo, obviamente, as opiniões corriqueiras. Para decisões importantes, é preciso de opiniões importantes. Há inclusive muita gente recebendo para dar opinião. E nada é tão bem remunerado. Essas sim tem grande valia, o difícil é suportar a vaidade do emissor da verdade suprema. Os verdadeiros oráculos, ou as vezes o próprio Apolo ou Atena.
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
Os homens não são iguais. Veja os mártires, homens cuja causa é maior que a vida, cuja luta dá significado a própria existência. E veja os soldados, homens comuns, também empenhados em uma causa, mais pelos seus efeitos do que por seus ideais. Enquanto o mátir luta por idéias, o soldado se preocupa com o futuro, com sua família. Primeiro está a sobrevivência. O soldado tem de sobreviver para continuar lutando, na esperança de um dia enfim poder parar de lutar.
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Muitas vezes nossos esforços não são recompensados (ou nem perto disto...) não por que não haja merecimento ou por que o esforço não é suficiente. As vezes só estamos empurrando a porta pelo lado errado.
Há muitas maneiras de se tentar conseguir uma coisa. Nem todas serão adequadas, nem todas serão fáceis.
Mas se eu tivesse de falar com alguém, eu usaria o email.
Há muitas maneiras de se tentar conseguir uma coisa. Nem todas serão adequadas, nem todas serão fáceis.
Mas se eu tivesse de falar com alguém, eu usaria o email.
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
A verdade matemática é infalível, como todas as ciências ideais. Dois e dois são sempre quatro. O problema é que o mundo real é bem diferente do mundo das idéias (também conhecido como mundo ideal). Não que dois e dois não sejam quatro. O problema é que as coisas parecem com dois, lembram dois e portanto devem ser mais ou menos quatro. O problema não é a lógica, é a medida.
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
Ser do contra é uma arte. Das mais refinadas. As pessoas não entendem que podemos defender ferrenhamente pontos de vista que jamais concordaremos. Alguns fazem para pirraçar, outros para exercitar o poder de argumentação. Eu o faço por ambos e como uma prática de "perspectiva". Ao ser do contra você tem que se colocar em outra posição, fugir dos lugares comuns, tentar entender a questão em outro ponto de vista. Se não não tem graça, vira briga de menino pequeno birrento, do tipo "Você é burro. Não, você é burro". É mais na linha do "quem discorda, acrescenta". Não essa baboseira adolescente de discordar para parecer inteligente, independente e malvado.
Neste mundo louco e estúpido é dificil arranjar bons debatedores. A maioria só repete o que mal entendeu na televisão. Sejam eles a favor ou do contra.
Neste mundo louco e estúpido é dificil arranjar bons debatedores. A maioria só repete o que mal entendeu na televisão. Sejam eles a favor ou do contra.
domingo, janeiro 29, 2006
Alguém* certa vez disse: "Eu sou eu e minhas circunstâncias". Concordo e acrescento: A vida é circunstância e opção. A cada dia acredito que é muito mais circusntância e que nossas opções em verdade se restringem muito, sendo apenas em número de meia dúzia, as outras são apenas consequências imediatas das opções reais. Axiomas e corolários...
Mas as circunstâncias estão fora de nosso controle, então são as opções que nos tornam diferentes uns dos outros e que nos torna também responsáveis pelo nosso próprio destino. Segundo a tradição Judaico-cristã Deus é bom e onipotente, mas dotou-nos do livre arbítrio. Uma explicação bem interessante em porque um ser tão poderoso e misericordioso é impassível aos acontecimentos ao seu redor. Embora ele possa mudar as circuntâncias ele não pode mudar nossas opções... Ou seja, se Ele existe ou não, não importa. O fato é que as coisas não tem o hábito de ir como planejado, para o horror dos obcessivos. Só nos resta perder o apego e mergulhar no caos.
*José Ortega y Gasset
Mas as circunstâncias estão fora de nosso controle, então são as opções que nos tornam diferentes uns dos outros e que nos torna também responsáveis pelo nosso próprio destino. Segundo a tradição Judaico-cristã Deus é bom e onipotente, mas dotou-nos do livre arbítrio. Uma explicação bem interessante em porque um ser tão poderoso e misericordioso é impassível aos acontecimentos ao seu redor. Embora ele possa mudar as circuntâncias ele não pode mudar nossas opções... Ou seja, se Ele existe ou não, não importa. O fato é que as coisas não tem o hábito de ir como planejado, para o horror dos obcessivos. Só nos resta perder o apego e mergulhar no caos.
*José Ortega y Gasset
sexta-feira, janeiro 27, 2006
Ser cético é mais que duvidar das coisas. É mais que cegar-se com a luz da razão. O ceticismo radical também duvida das coisas ditas óbvias. Não é preciso muito esforço racional para não acreditar em bruxas, mágica, simpatias, telecinese, extraterrestres e companhia limitada. O grande esforço é entender que nosso conhecimento é limitado, nossas explicações precárias e o universo imensamente complexo. Embora as coisas sejam improváveis, elas não são necessariamente impossíveis. Veja a vida por exemplo: Há algo mais improvável que reações químicas possam conduzir a vida (semi)inteligente? E no entanto, ninguém refutaria esse fato como verdade.
Ser cético não é duvidar, é compreender que não compreende em verdade.
Ser cético não é duvidar, é compreender que não compreende em verdade.
quarta-feira, janeiro 25, 2006
Outro dia estava cuidando da minha própria vida quando fui abalroado por um motorista destraido. Nenhum dano visível ao meu veículo, dei o assunto por encerrado e fui para o aconchego de meu lar. Tudo aconteceu ali na Bandeirantes, sítio famoso pela pista de caminhada e pelas moças que por ela transitam. Imagino que meu desafortunado companheiro motorista deve ter detido muito atenção a alguma delas, e surpreso não viu como se aproximava do meu carro.
E não somos todos assim? Muito mais interessados (e com razão as vezes...) nos nossos arredores do que nos rumos que tomam nossas vidas?
Equilibrio, sempre o pulo do gato...
E não somos todos assim? Muito mais interessados (e com razão as vezes...) nos nossos arredores do que nos rumos que tomam nossas vidas?
Equilibrio, sempre o pulo do gato...
quinta-feira, janeiro 19, 2006
- Vai lá e olha 2 pacientes para mim.
- Por que eu faria uma coisa dessas?
- Vai lá. É sua chance de ajudar alguém. Você vai se sentir bem.
- Na verdade eu sou mesquinho. Ajudar os outros me faz sentir mal.
- Vai lá sô. Faça uma boa ação, Deus vai te recompensar.
- Achei que você era ateu.
- E sou.
- Típico... O ateu de verdade sempre muda de opinião quando se torna necessário...
- Por que eu faria uma coisa dessas?
- Vai lá. É sua chance de ajudar alguém. Você vai se sentir bem.
- Na verdade eu sou mesquinho. Ajudar os outros me faz sentir mal.
- Vai lá sô. Faça uma boa ação, Deus vai te recompensar.
- Achei que você era ateu.
- E sou.
- Típico... O ateu de verdade sempre muda de opinião quando se torna necessário...
quarta-feira, janeiro 18, 2006
Os chineses tem uma sabedoria especial sobre o sofrimento. Não do próprio, mas do alheio. Suas técnicas primam muito mais pela constância que pela intensidade. Pelo menos algumas das mais famosas... Nós ocidentais gostamos de infligir montanhas de sofrimento, arrancar confissões rápidas, mutilar e deformar. Não que os chineses não gostem dessas coisas, mas eles tem mais paciência. Eles só preferem algumas coisas mais sutis. Ou não, vai saber o que é real e o que é folclore... Mas pouco importa, falo de sofrimento, não de particularidades do sádismo cultural.
Imagine-se tendo de fazer uma marcha forçada de uns 20 ou 30 quilometros, sem parar. e imagine também que você tem uma pequena pedra no sapato, pequena mas estrategicamente colocada. Você não pode retirar os sapatos, vai ganhar chibatadas... No iício a coisa vai indo, é só um incômodo. Mas a cada passo o desconforto aumenta, a cada pisada a lembrança retorna, cada vez mais viva. Não é possível se resignar com uma pedra no sapato... E assim pequenas coisas as vezes se tornam maiores que o mundo.
Imagine-se tendo de fazer uma marcha forçada de uns 20 ou 30 quilometros, sem parar. e imagine também que você tem uma pequena pedra no sapato, pequena mas estrategicamente colocada. Você não pode retirar os sapatos, vai ganhar chibatadas... No iício a coisa vai indo, é só um incômodo. Mas a cada passo o desconforto aumenta, a cada pisada a lembrança retorna, cada vez mais viva. Não é possível se resignar com uma pedra no sapato... E assim pequenas coisas as vezes se tornam maiores que o mundo.
sábado, janeiro 14, 2006
Eu acho que todos temos "fixações". Aspas necessárias já que por definição, fixação é o apego doentio a alguma coisa. Me refiro as coisas mais corriqueiras. Outro dia fiquei surpreso ao constatar que tinha umas 6 versões de Berimbau, de Baden Powel. Ou quando avidamente dizimei todos os contos do Sabino. E vou me lembrando das paixões "de verão" a que sucumbi ou fui testemunha incrédula. Io-ios, menudos, pokemon, Chico Buarque, chapinha, Feng Sui, regressão a vidas passadas, santo dai-me, pogobol, Latino, fondue, sodoku, casa dos artistas, movimento punk, vinho alemão, papel de carta, kart, cavalos, Harry Potter, Paulo Coelho, e tantas e inumeráveis outras coisas.
O que nos faz interessar tão profundamente (e as vezes por tão breve período) por esses fenômenos? Será que eles nos dizem algo mais profundo sobre nós mesmos? Ou será que são apenas um paliativo contra o tédio do cotidiano? De qualquer forma, acredito que alguns valem mais a pena que outros.
O que nos faz interessar tão profundamente (e as vezes por tão breve período) por esses fenômenos? Será que eles nos dizem algo mais profundo sobre nós mesmos? Ou será que são apenas um paliativo contra o tédio do cotidiano? De qualquer forma, acredito que alguns valem mais a pena que outros.
domingo, janeiro 08, 2006
Projetos para um futuro distante. E incerto...
Livro/tese/manual:
"O uso da machete em eventos sociais".
"O uso da machete em eventos sociais".
sábado, dezembro 31, 2005
Diz uma lenda aí que se você estiver em um ponto hipotético sobre o polo norte a observar a terra, ela estará se deslocando no sentido anti-horário. Muito antes pelo contrário, se este ponto hipotético estiver sobre o polo sul, observar-se-á a rotação da mesma no sentido horário.
Entretanto, se você estiver sobre qualquer ponto real sobre sua superfície, vai constatar atônito que a terra se desloca exatamente no sentido contrário ao que o observador se desloca! Algo de muito útil portanto, já que podemos girar a nosso bel prazer das nossas pequenas possibilidades. Excetuando é claro se você se encontra dentro de um porta-mala, com dois marmanjos armados se divertindo com seu cartao de crédito no banco da frente. Neste caso, todas as observações acima são quase irrelevantes.
Entretanto, se você estiver sobre qualquer ponto real sobre sua superfície, vai constatar atônito que a terra se desloca exatamente no sentido contrário ao que o observador se desloca! Algo de muito útil portanto, já que podemos girar a nosso bel prazer das nossas pequenas possibilidades. Excetuando é claro se você se encontra dentro de um porta-mala, com dois marmanjos armados se divertindo com seu cartao de crédito no banco da frente. Neste caso, todas as observações acima são quase irrelevantes.
sexta-feira, dezembro 30, 2005
quinta-feira, dezembro 29, 2005
Descendo de linhagem nobre. Meu pai foi um grande campeão. Temido e invejado por todos. Um verdadeiro padrão da raça. Minha mãe uma entre tantas. Irmãos, um verdadeiro rebanho. Na tenra idade, me foram arrancados os sonhos, a chance de ser grande como meu pai. Que nem sequer sabe de mim. Ou de si. É quase uma máquina. Ainda jovem, sacrificado aos deuses sedentos de sangue num ritual macabro de extermínio em massa, cheio de mutilações e rituais bizarros.
Após uma breve existência, meu destino é me acumular nas artérias de alguém, e a ele garantir o meu infortúnio, nessas ironias que só o destino saber fazer. Uma vida precocemente encerrada, cheia de possibilidades não realizadas.
Após uma breve existência, meu destino é me acumular nas artérias de alguém, e a ele garantir o meu infortúnio, nessas ironias que só o destino saber fazer. Uma vida precocemente encerrada, cheia de possibilidades não realizadas.
segunda-feira, dezembro 26, 2005
Diz uma lenda folclórica da zoologia que o avestruz quando se sente amaeçado, enfia a cabeça em um buraco para se esconder do mundo. Pensamento mágico? Ou é um comportamento comparável ao de uma criança pequena que de fato acredita que o que está fora das vistas está fora da existência?
Seja como for, toda vez que o avestruz esconde a cabeça, deixa a mostra sua enorme e indefesa bunda.
E é capaz ainda de ser posar de vítima...
Seja como for, toda vez que o avestruz esconde a cabeça, deixa a mostra sua enorme e indefesa bunda.
E é capaz ainda de ser posar de vítima...
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